Usando LED para iluminar suas fotos

Raquel Thomasi
Geek e Tecnologia
31.10.2014
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Usando LED para fotografar 1

Há alguns meses comprei um iluminador com 160 LEDs (“made in China”) pelo Mercado Livre, e desde então tenho testado nas minhas fotos. Achei super prático, leve, e em algumas situações pode até substituir um flash.

Se você está começando a fotografar, faz fotos de produtos, ou gosta de testar novas possibilidades de iluminação, esse LED pode ser muito útil!

Usando LED para fotografar 2

Acessórios que vieram com ele:

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Veio na caixinha, junto com a bateria, carregador e três filtros/difusores. Também veio o suporte para encaixá-lo em um tripé, ou na própria câmera (nesse caso a câmera deve ter o encaixe, que é o mesmo do flash).

Esse modelo menor é ótimo para fotografar objetos e até melhorar a iluminação de pequenos ambientes. Mas não funciona bem para fotos externas, ou em ambientes amplos. A bateria dura cerca de 1 hora e meia, é possível controlar a intensidade da luz, e como se trata de um iluminador continuo, pode ser usado para fotografar e filmar também. Ele custa em média 200 reais, é fácil encontrar no Mercado Livre ou em lojas de fotografia, e se você gosta de aventurar nas compras internacionais, o Ebay tem preços tentadores.

Fiz algumas fotos para mostrar como ele pode alterar a luz do ambiente e o resultado:

Abaixo usei apenas luz natural.

Usando LED para fotografar 4

Nas próximas, usei o LED (com os filtros) e luz natural:

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Na primeira foto usei o filtro amarelo, na segunda o branco/transparente, na terceira o azul, e na última uma folha de papel branco como difusor para que a luz ficasse mais suave (abaixo explico como fazer).

Os filtros coloridos são usados para modificar a luz, criando um efeito diferente nas fotos. (Profissionalmente, eles servem para que a luz do LED fique com a mesma “cor” (amarelada/quente ou azulada/fria) da iluminação principal).

Para obter o efeito da última foto, colei uma folha de papel ( A4 comum) no LED. Isso fez com que a iluminação ficasse mais uniforme, provocando menos sombra (e essa dica vale para outras lâmpadas também).

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Em geral não uso o LED profissionalmente (ainda prefiro o flash, que é mais potente e versátil), mas acho ótimo para os meus registros pessoais (fotos e filmagens), com a minha câmera (5D Mark II) ou com o celular.

Espero que gostem, e qualquer sugestão ou dúvida, deixem nos comentários ;)

Bepantol® Derma Creme – O hidratante must-have na sua vida

Karen Bachini
Beleza
31.10.2014
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Você com certeza já deve ter ouvido falar de Bepantol® Derma Creme. Ele é um creme hidratante, de uso diário, com alta concentração de Dexpantenol e Provitamina B5.

Ele age na pele estimulando a renovação natural, mantendo a hidratação e protegendo sua pele do ressecamento.

Bepantol® Derma Creme é o produto perfeito para usar em todo o corpo, principalmente naquelas áreas ressecadas que muitas vezes a gente esquece que precisam de um cuidado especial, como calcanhares, joelhos e cotovelos. E ele também pode ser usado no rosto.

Na hora de aplicar é bem fácil, o ideal é fazer camadas bem fininhas e espalhar bastante o produto para ficar confortável na pele.

Seu uso é diário, mas não precisa ser uma vez por dia. Bepantol® Derma Creme é o tipo de produto que não faz mal, deixa a pele saudável naturalmente, e você pode aplicar quantas vezes quiser! Quer saber mais? Assista ao vídeo:

foto bepantol derma cream (3)

E aí, se apaixonou? Você pode encontrá-lo nas melhores farmácias e mercados por R$25.

Aproveite para conferir a campanha #explicaeaplica com todas as dicas para usar Bepantol® Derma Creme!

Algumas diferenças culturais: Suíça

Monique Sonego
Viagem
31.10.2014
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LoveSwitzerland

Quando a gente viaja, mesmo que por poucos dias, a gente já se depara com algumas diferenças culturais que chamam a nossa atenção. E quando a gente se muda pra outro país é preciso estar muito atento a essas diferenças, essas regrinhas que regem a vida cotidiana do local, e ter um certo jogo de cintura pra realmente incorporá-las  na nova rotina.

Na hora de encarar essas diferenças culturais a gente tanto pode se surpreender com coisas boas, quanto passar por uns perrengues até se acostumar. E é por causa de todas essas diferenças que eu adoro ler posts onde os brasileiros contam suas impressões sobre diferentes locais do mundo. Eles não só nos mostram as diferenças culturais, como nos mostram as diferenças através dos olhos de alguém que tem uma bagagem cultural similar a nossa.

É por isso que hoje eu vou contar aqui algumas diferenças culturais que encontrei assim que me mudei para a Suíça. A intenção não é falar de melhor e pior, e sim falar de DIFERENÇAS. Vale ressaltar também que isso tudo varia muito conforme o local onde você mora (mesmo dentro de um país pequeno como a Suíça), e também conforme os hábitos de quem está escrevendo. Vamos lá?

Moradia

Esqueça a facilidade de alugar um apartamento no Brasil: arranjar moradia na Suíça é um problema sério nas grandes cidades do país. Pra resumir a situação: é muita gente procurando lugar pra morar e pouca oferta de imóveis. O processo de aluguel vira uma competição, onde você deve ser rápido e provar (de várias formas) que será um bom locatário (contei como é o processo aqui). Mesmo os apartamentos mais pequenos (e acredite em mim, os suíços sabem fazer verdadeiras caixinhas de fósforos pra viver) tem um valor de aluguel bem elevado, devido a essa alta procura. Nós vivemos em um apartamento de 31m2, que tem cozinha, banheiro e quarto. A lavanderia/área de serviço é compartilhada com todos os outros moradores do prédio, através de um sistema simples de reserva de horários (que aqui funciona muito bem, mas que pode ser uma dor de cabeça se você tiver vizinhos sem noção).

Transporte

Foi aqui que entendi aquela história do “país desenvolvido não é aquele em que o pobre tem carro, e sim aquele onde o rico usa o transporte público”. O transporte público é eficiente, interligado e confiável. O negócio todo é tão organizado que você pode conferir na internet os horários dos ônibus, metrôs e trens (e todas as conexões entre eles) e programar exatamente a hora que vai sair e a hora que vai chegar no seu destino. Existem diferentes opções de bilhete (simples, carta diária, semanal, mensal…) e não existe cobrador – mas eventualmente fiscais podem solicitar que você apresente o bilhete (e se não tiver = multa). E você pode entrar no transporte público com a sua bike e até com o seu cachorro. Isso não significa que, de vez em quando, a gente não encare um busão lotado e um pouco de atraso, mas isso é exceção aqui, e não regra.

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A praticidade de conferir os trajetos no celular!

Descarte do lixo

Esqueça a simplicidade da divisão entre lixo orgânico e reciclável: na Suíça o processo de descarte do lixo é bem rigoroso. Mas a maior diferença, para mim, é o Saco Branco*. O Saco Branco é o saco em que você descarta o lixo geral, aquele que não pode ser reciclado, e você compra esse saco em pontos específicos (tipo supermercados, e não é muito barato não). O destino dele é a incineração para geração de energia elétrica. Cobrar pelo saco de lixo é a forma que o governo encontrou pra cobrar uma taxa diretamente proporcional a quantidade de lixo gerada e incentivar a separação correta. Além disso, aqui eles são muito rigorosos com relação ao que pode ser reciclado ou não, e todo ano recebemos uma cartilha explicando como tudo isso funciona (contei mais sobre tudo isso aqui).

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Dúvida na hora de descartar o lixo? Corre pro abecedário da triagem!

* O Saco Branco não é utilizado em toda a Suíça.

Comunicação

Aí você vive a sua vida inteira num país em que só se fala português (e olhe lá) e vai parar num país que tem quatro (4!) línguas oficiais: o alemão (65%), o francês (23%) , o italiano (8%) e o romanche (0,5%). O romanche é considerado língua oficial mas é falado por uma pequena parcela da população em uma área muito específica do país, então ele não conta muito. Cada região tem sua língua prioritária (eu vivo na área francófona), mas as outras línguas aparecem frequentemente: nas embalagens dos produtos, nos avisos importantes, nas placas… E não podemos esquecer de contabilizar o inglês, que não é língua oficial mas é extremamente importante!

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Exemplo de embalagem com 3 idiomas nacionais + inglês

Imaginem no Parlamento Suíço, onde cada parlamentar pode se exprimir na língua nacional que quiser: só mesmo a tradução simultânea salva a causa!

Fazer as coisas por si mesmo

Como os salários aqui são relativamente altos, existe todo um esforço de “enxugamento” de cargos. Então, saiba que se você puder fazer algo por si mesmo, você provavelmente fará. Você mesmo pesa suas frutas no supermercado, se serve na padaria, empacota suas compras, monta seus móveis, abastece seu carro, faz sua faxina, passa seus produtos nos caixas de auto-atendimento…Isso não significa que você não pode contratar uma faxineira ou um montador de móveis, mas pode ter certeza que isso vai te custar muito caro! E alguns desses itens também implicam na honestidade das pessoas: quem garante que você passou todos os seus produtos no caixa, que você não entrou no ônibus sem bilhete? A gente imagina que essas ‘liberdades’ não dariam certo em todos os lugares do mundo, mas aqui elas funcionam bem porque o povo tem a consciência que é preciso fazer o certo para que as coisas se mantenham eficientes (e um pouquinho de fiscalização também ajuda, pra coibir quem ainda não tem essa mentalidade ~os espertinhos).

As diferenças culturais são inúmeras e eu poderia contar mais muitas coisas por aqui -mas acho que pra esse post já chega. Quem sabe daqui um tempo eu volto e conto mais algumas.

E então, achou estranho? Tem algum “causo” semelhante pra relatar, algo que você viveu em uma viagem ou depois de uma mudança? Conta aí!